
Cindy, vinte e um anos. Estudante do quarto ano de Psicologia, futura psicóloga jurídica e professora, mas, especialmente, futura estudante de Direito. Tem como principal particularidade amar muitas pessoas, situações, lugares e coisas indefinidas. Dentro dessa categoria, ela pode encaixar a paixão pelos livros, pelos seriados, pelos romances da vida real e da ficção, pela dança e pela música (de Wagner até Shakira, com tudo o que há no meio).
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❤ The Vampire Diaries (Damon & Elena), Dawson's Creek (Pacey & Joey), Dexter, New Girl (Jess & Nick), Gossip Girl (Dan Humphrey <3), Castle.
E, vale a pena citar, John Mayer.
You want a love that consumes you. You want passion and adventure. And even a little danger.

My little brother got into outer space and stuff so my step-mom bought him a place mat with all the planets on it. When I first saw it, I was upset, because it was newer and so Pluto wasn’t labeled. I was about to say something when I noticed something…
Pluto is there.
The artist remembered Pluto.
Guys…
The artist drew Pluto crying.
(via maptomyheart)
Todo mundo sabe qual é a coisa certa a se fazer. Ela geralmente se resume a respeitar a si mesma e enxergar o óbvio. Por exemplo: viver eternamente apaixonada por um ex-ficante não dá. Se ele nunca mais apareceu, é porque não quer nada com você e o ideal é esquecê-lo, certo? Certíssimo!
Mas quem diz que a gente se resolve com isso? E a esperança, aquela que não morre nem com reza brava, onde fica? E aquele milagre que amamos esperar? Isso tudo leva a uma vontade danada de não resolver nada - falta o bom-senso para tomar a atitude certa e a coragem para fazer a coisa errada. O problema é que não resolver nada freia - faz baliza e estaciona - nossa vida.
O errado no caso da eterna apaixonada pelo ex-ficante é ir atrás dele, se declarar e ouvir da boca do cara um fora daqueles. Ou ficar com ele mais uma vez, vê-lo sumir novamente e se sentir humilhada no último. E então chorar, passar noites sem dormir e comer todo dia um tiramissú para se consolar de ter procurado o maldito.
Olha, sei que é meio camicase, mas acho sinceramente que, quando não conseguimos de jeito nenhum fazer a coisa certa (e quase nunca acertamos de primeira), o melhor é fazer a errada, aquele erro total e absoluto mesmo! Só que sem a esperança de que algo vá mudar. A ideia é tentar mais uma vez com a consciência de que vai quebrar a cara. Passar um batonzão vermelho, se olhar no espelho e falar: “Vou ali me estrepar”. E voltar arrasada. Mas com aquela raiva (de si mesma) que dá combustível para finalmente encontrar o rumo.
Pode parecer sádico, mas fazendo o errado a gente se resolve melhor do que não fazendo nada. Sofre tudo para depois abrir espaço para as alegrias - e não fica presa à vida morna, ao mais ou menos. Não sei vocês, mas eu prefiro - em qualquer aspecto da vida - um “não” cruelmente sincero ao consolo paralisante de um “talvez” infinito.
- Sílvia Amélia, Gloss (Maio/2012)

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